4.12.08

IX Festa do Livro USP

Eu tava olhando (na verdade um tempo atrás) que a penultima postagem por aqui até então era sobre a Feira do Livro da FFLCH, agora chamada Festa do Livro [será que isso atrai mais gente? (mais ainda?!?!?)]

Então, agora no início de novembro teve a deste ano, agora Festa, e não mais feira...o melhor de tudo é que coincidiu com o Festival Ex Toto Corde, que foi la na Cidade Universitária e um dos três dias de festa foi bem no penúltimo dia de festival, que era um dia livre (na verdade foi o dia de preparação pra maratona, onde todo mundo iria tocar uma peça que preparou durante o festival)...obviamente eu fui lá nesse dia, e dessa vez tive a companhia de uma baixista amiga minha, de Curitiba, que também é louca por livros...companhia naquelas, já que é tanta gente e cada um procurando uma coisa que a gente acabou se separando e as vezes nos esbarravamos pela feira (de festa num tinha nada)...gastei uma bela grana, graças as minhas economias voltadas para este dia, guardadas das minhas aulas de professor da gurizada no Guri...entre os livros, que pra variar são de música ou algo relacionado com, comprei três livros de uma coleção que deve ser de uns sete volumes chamada "Revoluções do Século 20", coleção que tem a professora Emilia Viotti como diretora...comprei os volumes da Revolução Cubana, das Revoluçôes Russas e o Socialismo Soviético e da Revolução Iraniana, este último que ja estou lendo e é muito bom, altamente recomendado para quem possa se interessar pela história do país ou da região, desde sua formação até a crise do petróleo e hoje em dia...
Além disso comprei um livro sobre Shostakovitch: Vida Música e Tempo e outro de título "Para compreender a música de hoje", este último ue ainda nem passei o olho, mas parece legal e me chamou a atenção por trazer junto um cd com as músicas citadas ao longo do livro!
Ainda comprei o livro do Plutarco, Sobre a Tagarelice e outros textos, que vem bem a calhar, já que ultimamente tem momentos que nem eu me aguento de tanto que eu falo...voltando a editora dos livrinhos revolucionários, comprei um do Jonathan Swift, Modesta proposta e outros textos satíricos, mesmo Swift das Viagens de Gulliver, que estou quase acabando, em inglês (comecei antes de fazer a prova do TOEFL pra praticar, mas o livro é antigo demais e tem palavras bizarras que nem americano conhece, imagino eu) e outro do benjamin Franklin, chamado Como escolher amantes e outros escritos, que me chamou a atenção pelo nom e tava baratin´, como o outro...
Ainda comprei dois livros pedantes, pra manter a imagem de historiador, que são eles Sobre o Suicído, do tio Marx e A Revolução de Outubro, do tio Trótsky! Comprei também 3 livros musicais, sendo dois deles pelo autor, que são professores/diretores lá do Guri e me chamaram muito a atenção, mas não sei bem sobre os livros...
No fim, gastei uma graninha, mas nem metade do que eu gastaria se eu fosse comprar eles numa livraria normal (porque se fosse depender da livraria, eu compraria uns 3 desses todos)

E escrevi ao som (no fone de ouvido, as caixas de som continuam bichadas) de música africana, mais específico, o disco terra africa- didgeridoo and percussions dafrica. Ainda vou ter um Didgeridoo, assim como uma tabla, uma sítara-baixo e um clarone...ah, quem sabe também um xilofone, uns tímpanos e uma tuba...e não podem faltar os taikos!!!

29.11.08

O que estava no papel...

Atendendo ao pedido do leitor solitário e esperançoso, que espera um dia ver esse blog funcionando e atualizado com frequencia, vou falar do papel...

Estava eu sentado no consultório a espera da minha sessão de fisioterapia, já que eu peguei ou contrai ou sei la o que uma tendinite no ombro direito, por tocar tenso e torto...isso foi em agosto de 2007, quando fiquei quase uma semana sem tocar contrabaixo...no fim desse ano eu fui fazer fisioterapia pra ver se passava, porque antes antes as dores iam e voltavam...então no meio de 2008, se não me engano (agora não me pergunte quando...foi no meio) eu voltei a fazer, já que as dores tinham voltado, com menor intensidade...então, estava lá eu, esperando pra ser atendido e apreciando as pessoas ao redor...tinha uma senhora e sua filha, duas madames no melhor estilo peruas, falando de futilidades da maior qualidade! Tinham as atendentes e um cara sentado do meu lado, com seu filho pequeno, devia ter entre 3 e 5 anos (ou mais, quem sabe) e que só queria um pouco de atenção, desejo não correspondido...pegou uma revista, o pirralhinho, maior que ele e ficou vendo as fotos...viava uma página, virava pro pai e dizia "ollha pai", que por sua vez, sem virar pro lado, fazia um "hum", depois era "ãhã", e o repertório se estendia, mas já num lembro mais (num me alembro não, sô)...então uma hora o garotin' desistiu da revista e foi olhar o que o pai estava vendo...então, o fato que me chamou atenção, o que não quer dizer que seja algo fantástico, como muitos poderiam esperar de todo este suspense, tinha uma sessão de fotos duma mulher em poses provocativas e seminuas...daquelas revistas que mostam mas num mostram, deixando o resto a cargo da frutifera imaginação individual...o garotinho então acompanhava a sessão e o que eu achei engraçado é que o pai, concentradíssimo na matéria, apontava a foto mostrando pro garoto e dizia, num volume de voz meio sussurado "olha", ou "hummm" (apesar de semelhante aquele citado anteriormente, note a enfase e maior empolgação!!!) ou simplesmente uma respirada mais forte...então você se pergunta: e qual a importância disso???

Quando eu vi isso eu voltei a pensar ou tentar me colocar no lugar dessas pessoas e da criança...eu sempre vejo no metro ou na rua, crianças deseperadas por atrair a atenção de seus pais e estes ignorando eles totalmente! Fazem de tudo por atenção, parece até filme e os pais não se dignam nem a olhar pro lado ou quando se dirigem à criança, fazem um "ãhã" ou mandam calar a boca, já que a mãe ta conversando com a amiga, sobre a novela ou sobre o escandalo do vizinho, muito mais importantes do que seu próprio filho...bem, pra resumir, eu não entendo pra que esses pais tem filhos, supondo que a maioria tenha tido eles propositalmente, não sendo eles frutos de um ato de empolgação impensada...

Apenas uma observação, esse post foi escrito em dois atos, e como manda a regra, a inspiração estava restrita ao primeiro ato...portanto, sem inspiração, sem assunto...infelizmente!

26.10.08

Atendendo a pedidos, fiz alguma coisa neste blog...principalmente porque eu encontrei a imagem do titulo e queria voltar a usar...

Bom, é só isso que eu tenho a dizer agora mermo...ainda preciso ir la votar, algo que as ultimas pessoas que tem lido isso aqui não precisam fazer, né?! Só digo uma coisa, as opções são ótimas!!!

E pra terminar, num tem trilha sonora, já que a caixa de som do pc (novo por sinal, depois de 10 anos usando um 233) da bichada e barulhenta, cheia de ruídos...

6.7.08

"Com direito à minha concepção de hierarquia dos diversos aspectos (da interpretação musical), eu diria para concluir: logo abaixo da obra, que deve sempre vir em primeiro lugar, na minha opinião, vêm a paixão e a imaginação do artista. Quanto à interpretação, julgo inadequada aquela do músico que tecnicamente realiza tudo com perfeição, que respeita todos os aspectos da articulação, que segue estritamente aquilo que se encontra nas fontes, que emprega o instrumento correto, que toca em temperamento mesotônico, que escolhe o tempo correto, mas a quem falta uma coisa: a musicalidade, ou dito de forma mais poética, o favor das musas. Isso é cruel, mas nesta profissão aquele que não teve a sorte de ser beijado pelas musas, jamais será um músico. Pois um artista verdadeiro, embora possa cometer erros e fazer coisas que se demonstrem erradas, é capaz de fazer com que a música penetre na pele do ouvinte, tornando-a realmente próxima dele. Ao passo que um outro, poderá dar-nos uma interpretação que, mesmo interessante, não consegue mostrar-nos o que é de fato a música, e é incapaz de oferecer-nos uma expressão que nos fale diretamente, que nos perturbe e nos transforme." [1]

[1] Harnoncourt, Nikolaus: O Discurso dos Sons: caminhos para uma nova compreensão musical; Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1998. Musik als Klangrede, Wege zu einem neuen Musikverständnis; 1982, Residenz Verlag, Salzburg.
Mais alguns meses se passaram e nada de postagens...na verdade eu achava que ninguem mais lia isso aqui, mas o nosso fiel leitor, sr. Griffin Yard, esteve acompanhando, mesmo que com menor regularidade, mas eu não esperava mais dele...como sempre, eu penso em muitas coisas pra escrever quando estou na rua ou mesmo na sala de espera dum consultório, mas quando chego em casa nem lembro mais o que ia escrever...por isso mesmo, no tal dia do consultório, eu fiz uma anotação num papel velho que não ajudou muito, para não esquecer o que eu pretendia escrever...não esqueci, mas também não será agora que vou escrever...a não ser que desça uma santa inspiração de algum lugar...quem sabe?

13.2.08

Ontei finalmente terminei de ler a história do Moby Dick. Cheguei a comentar com algumas pessoas sobre o livro, recomendando mas ao mesmo tempo alertando para o seu desenvolvimento. O início é demais, prende você e daquele jeito que você sempre quer saber o que acontecerá a seguir. Isso antes do banco zarpar. Depois que ele vai ao mar, então o autor, Herman Melville, passa a abordar tudo que você pode imaginar sobre as baleias e sua caça, desde os tipos de baleias e os equipamentos presentes num navio baleeiro até descrições menores como os diferentes tipos de maxilares e caudas das baleias, mas não sem importância. O incrível é quando o Leviatã, como se reférem a Moby Dick, surge, após longas 370 páginas. Só então que entendi o motivo de tanta demora que chega a parecer enrolação. É como se fosse uma confirmação de uma lenda, ua legitimação. Todo o desenvolvimento do livro vem pra legitimar a importância e a força da grande cachalote de cabeça branca e evita que pareça exagero tudo que acontece quando ela surge. Dá vontade de contar o final, o qual eu não sabia antes de ler e ainda bem que não, se não estragaria e provavelmente eu não teria tido saco pra terminar. É um fim surpreendente mas ao mesmo tempo previsivel!
Esse é um daqueles livros que você tem que ler com calma e degustar cada palavra, como se estivesse saboreando uma comida, um doce pequeno. As descrições que o autor faz das cenas que acontecem, dos locais, como o grande oceano a frente do baleeiro e tantas outras cenas descritas são incríveis e, se "degustadas" de forma apropriada, faz com que você se sinta dentro do navio ou a água voando no seu rosto e todo o clima e emoção vivenciados pelos marinheiros. Mas como aconteceram algumas vezes enquanto eu lia, se estiver sem paciência e tudo o que quiser saber na hora é de emoção e de saber o que raios vai finalmente acontecer, essas longas descrições podem ser incrivelmente insuportáveis...nessas horas eu fechava o livro e deixava pra quando estivesse com paciência e vontade de ler e calma para aproveitar cada palavra.

27.9.07

VIII Festa do Livro da USP

Entre 22/11 e 24/11, das 9h as 21h, vai acontecer a Feira ou Festa do Livro, tradicional evento que se passa no querido prédio da História, que alguns atribuem também aos invasores geógrafos...tsc tsc...
Eles anunciam desconto de no mínimo 50%, então preparem os martelos e os porquinhos e juntem seus trocados para irmos ao paraíso consumista intelectual...
O site com a lista das editoras participantes é ESTE aqui.

Inté la...



20.9.07

Já que tava por aqui, resolvi escrever...eu na verdade não tenho nada pra escrever, apesar de muito ter acontecido neste nada pequeno período de ausencia das tão nada sangrentas palavras deste muito menos sangrento blog, que ostenta um nome nada apropriado...isso me faz pensar que no fundo, até algo de apropriado há neste nome, que me chamaria eu, como veio em minha mente, de um tanto quanto sórdido, mas segundo o Aurélio, que não é Miguel, sordidez seria: 1. Estado de imundice, de repelente abandono, caracterizado por miséria extrema.
Pois eu pensei que num tinha nada haver (ou seria "a ver"?!), mas até que tem, porque se for ver, o abandono do nosso (ou só meu, sei la) querido Bloody é um tanto repelente (ou não, hã?)...mas voltanto a divagação um tanto desnecessária, sobre o nome do nosso (parenteses de novo?) querido blóguinho! parei e perdi o pique, ou a inspiração, ou o timing, ou...mas vortando, mais uma vez, se for ver, ele ta meio morrendo (o bróguin') e esta 'sangrando', então nada mais podemos conclur que ele tem uma hemorragia interna!!! Que lixo de conclusão! Parece aqueles filmes ou desenhos que os caras ficam uns 15 minutos construindo a históia, enchendo de detalhes mas enchem tanto que num tem como concluir e aí inventam qualquer porcaria pra tentar juntar tudo (claro que mais da metade fica totalmente sem nexo com o final, como se nem tivesse aparecido na história) e acabam, com aquele finzão brocha total! Desculpas àqueles que leram até aqui...e aos que foram ixxxpertos e pularam direto pro fim pra ver se valeu a pena, infelizmente não há nada para se parabenizar numa atitude tão infantil e...

Ah, e se alguém lembra, no longínquo início desta criança, havia o concuros erros ortográficos e acentuação! Eu nem lembro como é, mas ta valendo...o prêmio é sur-pre-sa!!! Uma dica: é havano...

é isso ae...e claro, a parte mais legal dos posts (elo menos pra mim), a trilha sonora...ouvi o disco do Bassiona Amorosa, quarteto de contrabaixos alemão, formado por jovens baixistas virtuoses eslavos...genial! Recomendo a música "A man and a woman", de Francis Lai. A original não é pra contrabaixo, por isso q recomendei! Tinha uma vnhetinha da eMpTyV na época boa deles, quando eu ainda era um adolescente bobo e tinha essa musiquinha...mó jóia! procurem la e depois me digam o que acharam (pq eu nunca ouvi outra versão, nem sei se tem...)

18.5.06

Já que estou aqui, sim eu voltei!!! E essa é nova, mas agora fazem spam até nos comentários do blog e até blog semi-morto vale...palhaçada!!!

Continuo ouvindo o Stefan Adelmann tocando seu contabaixo, mas agora ele esta tocando a Tarantella do Bottesini...muito bom!!!
Tem gente que se julga muito sábia, intelectual! Esse ai descobriu o segredo, sabe tudo! Como diria um cara no orkut, " um dos poucos sujeitos que superam o Diogo Mainardi em matéria de demência social."

Reparem no primeiro parágrafo! Na minha opinião, o cara teve as manhas resumir sua imbecilidade logo no início, mas, lembrando das aulas de literatura do Álvaro Nariz, é no primeiro paragrafo que expomos o conteúdo a ser desenvolvido no texto...o cara pelo menos isso parece que aprendeu...

-----------------------------------------------------------
A Eloquencia dos fatos - Olavo de Carvalho

Mesmo depois que a insurreição geral do crime organizado, com o apoio do MST e das Farc, subjugou e humilhou a maior capital latino-americana, ainda haverá quem negue o avanço da subversão comunista no continente e, desviando a atenção pública das verdadeiras forças ativas por trás desse descalabro, busque entorpecer as consciências com as explicações "sociológicas" de sempre.

Mas, apesar de todo o prestimoso diversionismo da mídia e dos bem-falantes, é muito difícil não enxergar, nos acontecimentos das últimas semanas, um complexo de ações coordenadas do Foro de São Paulo para quebrar a espinha da nação brasileira e entregar o nosso povo, de joelhos, aos agentes da revolução continental.

Se os líderes da insurreição criminosa que espalhou o terror na cidade de São Paulo admitem francamente ter sido treinados e ajudados pelo MST, e se o dirigente máximo deste movimento, ao mesmo tempo, oferece ostensivamente a ajuda da sua militância ao agressor estrangeiro que sob os olhos complacentes do nosso presidente invadiu os postos da Petrobrás, a mensagem dessa conjunção de fatores é bem nítida: não há autoridade, não há soberania, não há ordem nem lei acima do comando subversivo continental.

Pouco falta para que a Nação, atônita e amedrontada, aceite essa mensagem com a naturalidade de quem se curva a "um imperativo categórico, um mandamento divino", para usar as palavras com que Antonio Gramsci definia a autoridade do partido revolucionário.

A articulação e o timing foram perfeitos: com poucos dias de distância, o governo da República ensina o país a curvar-se servilmente ao insulto que venha da fonte ideológica apropriada, o MST proclama orgulhosamente seu direito de lutar contra o país, o indulto presidencial solta 12 mil presos e a "democracia direta" dos homens armados impõe o toque de recolher a vinte milhões de brasileiros. Alguém ainda é idiota o bastante para achar que foi tudo uma coincidência fortuita, que ações enormemente complexas como essas que estamos vendo podem ser improvisadas do dia para a noite, sem nenhuma comunicação entre os vários focos geradores da revolução continental?

Pelo menos o líder dos criminosos rebelados, que confessa ter estudado muito Lênin, sabe que isso é impossível. Também o sabe o fundador e presidente crônico do Foro de São Paulo , temporariamente afastado para exercer o papel de presidente do Brasil.

Os fatos estão visíveis, mas muitos brasileiros ainda insistem em não tirar deles as conclusões mais óbvias e incontornáveis. É que, nessas criaturas, o medo da chacota cínica superou o instinto de sobrevivência. O cérebro delas está chegando àquele ponto de entorpecimento em que já não é possível distinguir o vivo do morto.

Psicologicamente, é esclarecedor que essa explosão de brutalidade e arrogância sobreviesse nos mesmos dias em que o seminário Democracia, Liberdade e o Império das Leis rompia um silêncio de décadas. A longa e sistemática supressão das idéias liberais e conservadoras criou o vazio no qual o establishment esquerdista plantou o complexo de preconceitos e inibições que desarma a sociedade e instila nos delinqüentes a confiança ilimitada – e, como bem se viu, justificada -- no seu poder de ação.

Nós todos, participantes do seminário, estávamos conscientes de que é nosso dever tirar o País das mãos dos criminosos que o desgovernam e o atormentam. Cada palavra que ali se disse refletia um sentimento de urgência quase desesperada. Em torno de nós, os fatos, com a eloqüencia cruel dos tiros e do sangue, nos davam mais razão do que desejaríamos ter.

cit in Diário do Comércio (www.dcomercio.com.br)

Ouvindo: Stefan Adelmann tocando Julien François Zbinden - Hommage a J.S. Bach durante a leitura do texto e postagem e agora Giovanni Bottesini - Elegia em Ré maior...porque é preciso compensar o lixo que meus olhos viram e nada melhor que um contrabaixo bem tocado!

7.7.05

Ó só, se eu tava ausente, agora vou ficar mais (mentira! porque eu num escrevo a uns varios meses e só vou ficar fora uns 20 dias)
O negócio é que eu vou pra Campos de lo Jordon! Uhu! Fui como suplente na ultima da ultima chamada, no ultimo suspiro, mas vou! Vorto no fim do mes! Não chorem crianças, eu voltarei, mesmo que vocês não queiram...

Sui Generis - Musica di fondo para cualquier fiesta animada

3.3.05

Empregada é morta a golpes de contrabaixo

A morte da empregada doméstica Rosana Cristina dos Santos, de 34 anos, é uma incógnita para a Polícia Civil de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. Ela foi assassinada na tarde de terça-feira, com pancadas de um contrabaixo na cabeça. O corpo foi encontrado num dos quartos da casa em que ela trabalhava. Na sala, o criminoso deixou um recado: "IPA (Instituto Penal Agrícola) Rio Preto, é nóis, é nóis na fita", escrito com batom vermelho em um coração desenhado na parede. Entidades civis protestam no sábado pela desativação do IPA. [1]

[1] Estado de São Paulo, 03/03/2005
----------

Isso ae parece coisa do Notícias Populares, o NP, mas saiu no Estado de SP nessa quinta...e quando dizem que o nosso instrumento é uma arma, num é brincadeira. Por isso crianças, nunca mexam com um contrabaixista, a sua cabeça pode ser a próxima!

- Medeski, Martin & Wood - Shine It

9.1.05

"Imagine um sujeito que nunca foi muito chegado em uma boa e tradicional educação ortodoxa. Um cara jovem, cheio da grana e privilégios; um bon vivant, acostumado a passar a mulherada nas Armas e encher a moringa, preocupado apenas com aquilo que lhe dá prazer. Playboyzão mesmo. E todos o tratam como DEUS.

Este cara tem 24 anos.

Depois de dar um picote na namorada - e muito provavelmente bebido vinho à larga - este cara pega a estrada montado num burrico, junto com uns empregados. No caminho, pára pra aliviar o ventre, pois parece que algo não lhe caiu bem. Próximo ao seu destino, recebe a notícia de que os pais estão putos com ele. Como eles estão do outro lado do atlântico, ele simplesmente berra: "Fodam-se os coroas! Aqui tá tudo dominado!".

Nasce um País." [1]

[1] Levedo, Padre; "Coisa de Moleque", in. Confessionário do Padre Levedo; 07/09/2004


Máquina - Could that time

4.1.05

Vejam esta matéria e de preferência depois (ou antes) entrem na comunidade citada na matéria! Genial! A matéria é a segunda, do Sub-Zero brasileiro...como diz na foto, genial!!! Só um gênio mesmo pra realizar uma proeza como essa! E reza a lenda que existe um filme que mostra esta façanha do nosso Sub-Zero! E ainda tem gente que leva o orkut a sério...pffff

E falando em orkut, meu winamp aprendeu a contar com o orkut...ele dizia que a faixa anterior a citada ai embaixo tinha 156 minutos, quando começou a tocar disse que tinha uns 13 e no final das contas num tinha nada disso...

Soft Machine - Instant Pussy

12.12.04

Eu pretendia escrever antes mas faltou vontade e agora num lembro o que eu tinha pra escrever...eu sei que tinha a ver com as apresentações desta semana que passou, que por um acaso foi a semana que eu mais me apresentei...na segunda teve um ensaio que num podia ser melhor, foi a 2 quarteirões de casa, em 2 minutos eu tava la, pude até levar o meu próprio baixo, além do que as 9 eu ja tava em casa, ja que acabou antes, enquanto se tivesse sido la em Guarulhos, eu teria chegado umas 10 e meia...mas isso num foi nada, ja que terça eu fui me apresentar na Sala São Paulo e pela primeira vez sem tocar baixo...eu cantei no coro da ECA com a OSUSP a 9a Sinfonia de Beethoven! Como disse o maestro dum dos corais convidados, poucos tem esse prazer e possibilidade de tocar ou cantar...agora espero tocar também...o único problema é que os ingressos esgotaram dois meses antes, quando eu nem sabia que ia ser la a apresentação...por isso que num avisei ninguém...ai na quarta teve ensaio normal pro concerto de quinta e sexta da orquestra...na quinta teve la em Guarulhos mesmo, como eu tentei avisar alguns mesmo sabendo que não iam...foi muito bom, quem num foi perdeu...e na sexta eu num toquei porque eu tinha prova de teoria na municipal e espero ter ido bem, ja que eu preciso passar...e o pior é que sexta o cncerto era em São Paulo, mas fazer o que, eu gostaria de poder ter feito tudo, a prova e me apresentado, ja que era o ultimo concerto do ano e foi aqui...pelo menos estou a uma semana das férias...só falta uma prova oral de música e umas 3 provas da faculdade pra entregar em janeiro...e ainda não lembrei o que eu tinha de importante pra escrever...agora ja era...

Guru Guru - Der LSD-Marsch
Como diria a vovó do seu Raul, quem num tem filé come pão com osso duro...o filé eu tenho (as vezes, mas um coxão mole ja me satisfaz), o que eu num tenho é um computador que preste pra jogar jogos decentes...a solução é jogar uns abandons, que eu ja cansei um pouco, ou joguinhos em flash, ou os estupidos jogos em flash, como diz o nome de uma comunidade no orkut...e la eu achei um que quase soluciona esse problema, o único problema é que até os joguinhos em flash ficam lentos, mas esse até que da pra jogar...é um jogo de futebol de botão, os las chapas, como diz o site que é espanhol...o jogo se chama World Cap e que é muito bom!!! É quase um futebol de botão, só tem umas duas ou três regras diferentes, mas coisas necessarias num jogo online...o legal é que se joga online sempre contra outra pessoa, então isso torna mais viciante ainda e tem ranking e divisões, além das estatísticas pessoais...muito bom!!! Se alguém entrar la, eu sou o Tarkûn.

Guru Guru - Next Time See You At The Dalai Lhama
Pois é, o Bloody fez 3 anos e ninguém lembrou...nem ele mesmo...

Horus - Stelle di Bataglia

19.11.04

Tem dias que acontecem umas coisas que me fazem pensar que eu vivo num tipo de Truman Show comigo como "astro", umas coisas que num parecem muito normais, mas acho que são só sintomas de uma leve schizofrenia misturada a uma megalomania moderada e contida...hoje eu levei minha irmã na Municipal e depois tava voltando a pé pra casa, e como eu costumo fazer quando volto a pé e tem um ventinho bom, eu venho com meu visual Capitão-Caverna, sem aquele elastico opressor, dando liberdade para minha vasta cabeleira aproveitar o vento...ai passei ali no Museu Lasar Segall, onde tinha um grupinho de punks-hardcore-góticos-metalieros, pra variar, com um deles tocando uns power-cords no violão e logo depois entrei na Domingos de Morais...andei um quarteirão, ai na esquina eu dei uma parada procurando uma loteria...num achei nada e continuei andando ainda procurando por uma loteria quando de repente eu vi um tiozinho, bem vestido, nem tinha cara de louco, só era meio careca, se ajoelhar dobrando uma das pernas e ajoelhando a outra e fazer o sinal da cruz, olhando pra frente, sem direção...ai eu parei, meio atonito e procurei imaginei que ele tivesse visto uma Igreja por perto, mas a unica por perto fica uns 3 quarteirões pra tras dele e acho que ele num é tão lerdo assim...além disso, a única coisa que eu vi de motivo pra isso era um carinho de dog do meu lado com um adesivo "Deus é Fiel", mas se ele fizer isso sempre que vê esses adesivos, ele é um sério candidato a ter problemas no joelho...aí, depois de considerar tudo isso que eu levei uns 2 minutos pra escrever em algumas frações de segundo, fiquei pensando em alguma semelhança minha com o filho do homem...eu num tenho barba, falam que eu pareço um urso, por isso o apelido (ou nome?) e meu cabelo tá mais pra Capitão Caverna que outra coisa...mas fiquei imaginando que outro motivo ele podia ter, será que ele lembrou de Deus enquanto andava? Vai ver que é por isso que o pessoal fica me encarando na rua como se eu fosse algum ser bizonho ou alguém lindo de morrer, duas opções que eu não acho tão possíveis assim...mas sei la, eu queria encontrar esse cara pra saber, mas nem deu tempo na hora de perguntar, porque o cara fez isso e continuou andando normalmente...e eu continuei andando rindo comigo mesmo imaginando isso...

Arco Iris - Sudamerica (cabei de descobrir que o guitarrista dessa banda, Gustavo Santaolalla, compôs a trilha do Diários de Motocicleta)

1.11.04

Mais um site para a seção de Sites Recomendados:

La casa de Tião de la grande Napa

Campo di Marte - Terzo Tempo

31.10.04

Vendo os blogs recentemente atualizados, achei esse aqui, que eu achei o nome interessante e la eu achei isso aqui, na verdade, isso...e um negocio que parece ser do google e vc pode montar um mapa com paises que vc ja visitou, ou no meu caso, paises que vc visitou e gostaria de visitar...



Celeste - Eftus