"Num é que eles tem vergonha de ganhar, é que eles tem vergonha de ganhar." [1]
[1] Schmidt, Dainer (Roommate); referindo-se à suposta vergonha dos Colorados em assumirem que ganharam o terreno do seu futuro estádio, que devido a forças do destino, será a sede no Rio Grande do Sul na Copa do Mundo (e não o estádio do Grêmio, que foi por eles comprado)
10.2.10
18.1.10
Penso, logo consigo
Agora a pouco estava no computador, onde continuo e num tinha o que fazer, aí passou pela minha cabeça "podia ter alguém online pra eu conversar". Me veio a mente 2 ou 3 amigos com quem queria falar algumas coisas ou a família, mas foi no mesmo momento que deu um plim do googletalk e era um amigo percussionista, dizendo que esta pelos EUA. Até pensei alto "Isso que é força do pensamento!".
Isso me faz lembrar que minha mãe sempre dizia que eu tem um pensamento forte e consigo aquilo que realmente quero...as vezes parece coisa de mãe, mas é engraçado que no fundo eu acabo acreditando que é verdade. Várias coisas eu nem percebi que provavelmente aconteceram assim, mas eu lembro muito bem quando eu tava no pré, no Laranjinha.Aí ia ter um dia de fantasia, que todo mundo ia ter que ir fantasiado. Eu lembro bem que eu não queria por nada ir fantasiado, sei la porque tinha raiva ou vergonha de me fantasiar. O detalhe é que la em casa faltar na aula só por doença ou algo muito sério, e como num tinha nada sério nesse dia, provavelmente eu ia ter que ir na aula e consequentemente, fantasiado...aí passou uns dias, de pensamento intenso contra a fantasia e voilá, peguei catapora! Dizem em casa que apareceram uma meia duzia de bolotinhas la da catapora, enquanto meu irmão, um pouco depois, teve até na sola do pé...resultado, num precisei ir no dia da fantasia. O único problema é que foi bem próximo do meu aniversário, então passei meu aniversário com catapóra...e se num me engano, acabei passando pro meu tio também.
Esse é o melhor exemplo do meu pensamento, que costuma funcionar, mas já vi que se eu quiser algo e pensar por esse lado, que vou conseguir por isso, nunca dá certo...tenho que querer inconsciente, se é que é possivel isso...
Agora eu quero terminar a postada!
Isso me faz lembrar que minha mãe sempre dizia que eu tem um pensamento forte e consigo aquilo que realmente quero...as vezes parece coisa de mãe, mas é engraçado que no fundo eu acabo acreditando que é verdade. Várias coisas eu nem percebi que provavelmente aconteceram assim, mas eu lembro muito bem quando eu tava no pré, no Laranjinha.Aí ia ter um dia de fantasia, que todo mundo ia ter que ir fantasiado. Eu lembro bem que eu não queria por nada ir fantasiado, sei la porque tinha raiva ou vergonha de me fantasiar. O detalhe é que la em casa faltar na aula só por doença ou algo muito sério, e como num tinha nada sério nesse dia, provavelmente eu ia ter que ir na aula e consequentemente, fantasiado...aí passou uns dias, de pensamento intenso contra a fantasia e voilá, peguei catapora! Dizem em casa que apareceram uma meia duzia de bolotinhas la da catapora, enquanto meu irmão, um pouco depois, teve até na sola do pé...resultado, num precisei ir no dia da fantasia. O único problema é que foi bem próximo do meu aniversário, então passei meu aniversário com catapóra...e se num me engano, acabei passando pro meu tio também.
Esse é o melhor exemplo do meu pensamento, que costuma funcionar, mas já vi que se eu quiser algo e pensar por esse lado, que vou conseguir por isso, nunca dá certo...tenho que querer inconsciente, se é que é possivel isso...
Agora eu quero terminar a postada!
26.8.09
Meetings
Reunião às 8 da manhã com Dr. Dean na Leech House, pra discutir sobre a bolsa e trabalhos associados à ela. Decidiu-se que vou ajudar na montagem da orquestra, vou ajudar o Machado e ainda tocar uns duos, trios e/ou quartetos pelas high schools. Reunião encerrada, fui pro PAC estudar, fiquei umas 2 horas estudando os livros de escala e técnica que o Machado passou e excertos, depois fui no Corner Market comprar umas coisinhas, esquentei minha pizza de ontem como almoço e voltei pro PAC pra orquestra (deveria ajudar na montagem, mas cheguei 5 minutos depois e já tava montada). Ensaio encerrado, mais 1 hora de studo, agora do Fryba, depois fui com o Guilherme na casa dele, tomei uma tentativa de milk shake e vim pra casa, onde estou até agora…devo dar uma estudada nas matérias dos reviews, pras aulas de amanhã, e depois roncar…
Detalhe que tô ouvindo uns Ligetis (Musica Ricercata)e Shostakovichs (Quarteto de cordas #8) hoje, muito bom.
Detalhe que tô ouvindo uns Ligetis (Musica Ricercata)e Shostakovichs (Quarteto de cordas #8) hoje, muito bom.
25.8.09
Reviews
Aulinhas review de manhã, dessa vez saí mais tranquilo, depois de ter entendido e feito os exercícios de harmonia direitinho. Aulinha no esquema aulinhas do Dante, passa um baixo, a gente monta os acordes em sala e o professor confere e já corrige…as bolinhas ainda num começaram a voar pela sala, mas dizem que em breve voarão! A tarde peguei umas partes com o Machado, deixei umas com ele e fui tentar copiar. No Copy Center eles não copiam música com copyright, então fui na biblioteca…apanhei um pouco da impressora, já que é tudo no self-service, você carrega o cartão e paga $0.05 por cópia…perdi uns 20 cents até aprender a manusear, mas copiei tudinho…umas meio tortas, mas são pro pianista, então sem problema…falei com minha maninha, com o maninho, com o Frávio e com o mr. Yard. Depois devolvi a partes pro Marcos, estudei e voltei pra casa. Ainda estudei um pouco dos reviews e pulei pro ronco, pra acordar cedo no seguinte dia…
24.8.09
Primeira aula
Hoje tive minha primeira aula de contrabaixo com o Machado! Acordei cedo, já que a aula era as 10 da manhã, e cheguei la um pouco antes…a aula foi muito massa, toquei os excertos da 1a Sinfonia de Brahms que foi pedido pra audição de quinta-feira pra orquestra da universidade. Só deu tempo de ver a sinfonia, mas ele trabalhou várias coisas, mudou várias articulações que eu vinha fazendo mas elogiou bastante, disse que tava bem bom. No finzinho da aula ainda pediu pra ver uns exercícios de mudança de corda em 3 cordas e falou que vai trabalhar bastante isso e escalas/arpejos. O que achei legal é que ele fica em cima, sempre atento na aula, detalhista e paciente. Depois disso fui estudar, já que ele pediu um monte de exercícios além do concerto do Bottesini e o Fryba pra próxima aula, porque eu comentei que tava lendo eles…já mandou entregar as partes pra professora de piano passar pra alguém me acompanhar.
Depois teve ensaio as 2 horas, conheci o Eric do contrabaixo, que tinha chegado algumas horas antes no país, mas ja esta aqui há uns 3 anos…ensaio tranquilo, toquei de último do lado do Andrew, o americano do naipe. então fui na Java Werks com o Guilherme que tava com fome. Decidi tentar de novo um café por lá, mas dessa vez pedi por um bem forte pro cara, que recomendou o Colombian Dark, ou algo assim…melhor de tudo é que pra estudante é mais barato, e qualquer tamanho o mesmo preço! $1.80 por um de 24 .oz, bem forte, até lembrei do Brasil, só estragou quando esfriou… ainda comi um bolinho de blueberry, mas a princípio fui comprar porque era um coffee cake, que depois descobri que é só o nome do tipo do bolo, mas tava bonitinho e comprei. Mais caro que o café, mas valeu a pena, muito bom o bolo! Então voltei pra estudar e depois guardei o baixo pra ir pro Payne Center e encontrei a Larissa e o Guilherme, que tavam querendo ir comer…até tava indo pra fazer companhia, mas apareceu o Denis e o Bruno indo jogar também, aí num pude rejeitar a carona…a Larissa cabou ficando sozinha e la fui eu! Jogamos os 4 uma bela duma partida de racketball, com regras deles, meio alteradas, em 3 sets e tudo. Jogamos bem, 3x1 pra eu e Bruno! Vortamos pra casa e dormi como um bebê.
Depois teve ensaio as 2 horas, conheci o Eric do contrabaixo, que tinha chegado algumas horas antes no país, mas ja esta aqui há uns 3 anos…ensaio tranquilo, toquei de último do lado do Andrew, o americano do naipe. então fui na Java Werks com o Guilherme que tava com fome. Decidi tentar de novo um café por lá, mas dessa vez pedi por um bem forte pro cara, que recomendou o Colombian Dark, ou algo assim…melhor de tudo é que pra estudante é mais barato, e qualquer tamanho o mesmo preço! $1.80 por um de 24 .oz, bem forte, até lembrei do Brasil, só estragou quando esfriou… ainda comi um bolinho de blueberry, mas a princípio fui comprar porque era um coffee cake, que depois descobri que é só o nome do tipo do bolo, mas tava bonitinho e comprei. Mais caro que o café, mas valeu a pena, muito bom o bolo! Então voltei pra estudar e depois guardei o baixo pra ir pro Payne Center e encontrei a Larissa e o Guilherme, que tavam querendo ir comer…até tava indo pra fazer companhia, mas apareceu o Denis e o Bruno indo jogar também, aí num pude rejeitar a carona…a Larissa cabou ficando sozinha e la fui eu! Jogamos os 4 uma bela duma partida de racketball, com regras deles, meio alteradas, em 3 sets e tudo. Jogamos bem, 3x1 pra eu e Bruno! Vortamos pra casa e dormi como um bebê.
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23.8.09
Domingão
Acordei tardão, quase 11 horas, tomei meu café básico e pela primeira vez consegui pegar internet com o laptop (do apartamento 49 aqui do condomínio, que é a única aberta na redondeza). Aproveitei a mesa nova, me instalei la e fiquei usufruindo o pouco de internet que funcionava, até que o Dainer ligou o dele também pra acompanhar o jogo do grêmio e tomou a minha conexão. Como ficou lento demais, fui lavar a roupa de cama do colchão, que eu num tinha lavado ainda. Lavei 2 vezes, agora junto com os panos de prato e minha bermuda, mas a bagaça era tão tosca que pra limpar aquilo só com um escovão ou na mão. Então, depois de gastar 2 dólares lavando aquilo e vendo que só ficou cheroso, porque continuava com as grudadas, joguei for a e vou dormir só com o lençol na cama.
Depois disso, fui estudar no PAC, fiquei umas 2 horas estudando, foi bem proveitoso até! Podia ter sido mais, já que eu dei uma parada no meio pra ver nos meus emails que dia era a audição pra orquestra de Meridian, mas nessa comecei a responder no Facebook e falar com o Adriano e acabei me enrolando mais do que pretendia, mas no fim valeu a pena. É sempre bom falar com a família, mesmo que por texto. Voltei pra estudar e aí, quando ja estava guardando tudo pra ir pro Payne Center, apareceu a Larissa e o Guilherme, querendo ir comer. Eu já estava quase indo no McDonalds com ela, quando ele falou que queria ir jogar também e depois apareceu o Denis e o Bruno, indo pra la, de carro. Então ela ficou sem companhia e fomos jogar um Racketball, de duplas. Joguei eu e o Bruno contra Guilherme e Denis, nas regras deles, que é meio diferente das que eu vinha jogando. Ganhamos por 3 sets a 1, eu só salvando as bolas no fundo e o Bruno atacando na parede (seria na rede, mas num tem rede nenhuma). Dali, nos deixaram em casa, tomei um cafézinho, o Samuel apareceu, batemos um papo e então vim aqui acabar a parte de hoje e outros dias anteriores do diário (já que estou escrevendo tudo desde o início que cheguei desde ontem – sábado). Agora vou inaugurar o colchãozão véio de guerra, pra saber se valeu os $30 de investimento.
Depois disso, fui estudar no PAC, fiquei umas 2 horas estudando, foi bem proveitoso até! Podia ter sido mais, já que eu dei uma parada no meio pra ver nos meus emails que dia era a audição pra orquestra de Meridian, mas nessa comecei a responder no Facebook e falar com o Adriano e acabei me enrolando mais do que pretendia, mas no fim valeu a pena. É sempre bom falar com a família, mesmo que por texto. Voltei pra estudar e aí, quando ja estava guardando tudo pra ir pro Payne Center, apareceu a Larissa e o Guilherme, querendo ir comer. Eu já estava quase indo no McDonalds com ela, quando ele falou que queria ir jogar também e depois apareceu o Denis e o Bruno, indo pra la, de carro. Então ela ficou sem companhia e fomos jogar um Racketball, de duplas. Joguei eu e o Bruno contra Guilherme e Denis, nas regras deles, que é meio diferente das que eu vinha jogando. Ganhamos por 3 sets a 1, eu só salvando as bolas no fundo e o Bruno atacando na parede (seria na rede, mas num tem rede nenhuma). Dali, nos deixaram em casa, tomei um cafézinho, o Samuel apareceu, batemos um papo e então vim aqui acabar a parte de hoje e outros dias anteriores do diário (já que estou escrevendo tudo desde o início que cheguei desde ontem – sábado). Agora vou inaugurar o colchãozão véio de guerra, pra saber se valeu os $30 de investimento.
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22.8.09
Garage Sale
Garage e Estore Sale. Comprei um colchão de $75 por $30; duas canecas do Alaska por $0.25 cada; estante para livros por $10; cafeteira que faz espresso por $10; roupa de cama pro colchão novo e cortina por $3.
O Danilo, professor de flauta, arranjou uma caminhonete pra carregar a muamba que nós comprássemos. Foram o Rafael, Dainer, Daniel e eu. Era pra saírmos umas sete e meia, mas acabamos saindo umas oito da manhã. Fomos primeiro numa Garage Sale que dizia ser de várias famílias juntas. Chegando lá, era organizada por uma igreja, provavelmente tudo coisa doada pra igreja. Tinha vários grupos de coisas, e foi la que eu comprei a cafeteira (que está funcionando, só falta agora o café) o Daniel comprou o PC e compramos a mesa bonita. O Rafael também comprou um sofá por $5, só porque as almofadas do encostos, que eram presas, tão meio soltas. Ainda vi um pedal de volume e 2 de distorção por $3 cada, além de um pedal legal por $10, mas falaram que faziam por $5, sem o cabo da tomada, mas acabou que eu achei exagero comprar uma coisa sem saber pra que (pensei em comprar pro Leandro, mas num sei se ele precisa em nem quando eu iria entregar). Depois dessa, fomos pra Estore Sale, que era dentro duma casa, onde tudo estava a venda. La comprei as canequinhas do Alasca, o colchão, cortina e lençois pro colchão full size. Logo que cheguei, vi o colchão na porta, grandão e já cresci os olhos! Então perguntei o preço e o velhinho falou que tava $75, mas se eu voltasse depois do meio-dia, ficava pela metade. Então, ele foi falar com a mulher dele e disse que fazia por $40. Gostei mas não fechei negócio. Então, pouco depois, ele tava falando com o Danilo e pergunntou de onde éramos, ele falou que éramos brasileiros e estudantes de música. Então, o senhor que tava organizando a venda disse que era professor aposentado de trompa da universidade! Ainda descobri que ele tocou contrabaixo (mais jazz) durante o colegial. Então, quando perguntei de novo sobre o colchão, ele falou que fazia por $30. Aí num tinha como, fechei negócio! Ainda compramos umas panelas, xícaras, uma poltrona, o Rafael comprou outro sofá por $20 (e agora num sabe o que fazer com o de $5), prateleiras/estantes, e mais algumas coisas…tivemos que fazer 2 viagens, porque num cabia na F150, que é absurdamente grande…entre uma viagem e outra, ainda fomos pegar o sofá que ganhamos do professor de clarinete, um sofá muito bem cuidado, com 2 anos de uso e que custou pra ele $400, e nada pra gente! Em troca, tivemos que descer 3 andares carregando o sofá e uma mobília pro escritório dele…tendo o sofá novo, levamos o velho,, que tinnhamos trazido do lixo pra casa dos outros brasileiros novos na cidade e que tavam precisando duma cama pra Mariana, uma paraibana-argentina que chegou e vai se mudar daqui a 2 semanas e está la esperando sua nova casa. Detalhe que quando deixamos o sofá na casa deles, a porta tava aberta e num tinha ninguém!
Depois disso, ficamos em casa, eu tava morrendo de fome mas ainda enrolamos pra decidir se faziamos almoço ou comíamos um fast-food. Eu num tava com saco e tava afim duma cóquínha, então decidi ir no McDonalds e os outros também. Fui lá e pedi um Angus pra mim, que é até bom, bem melhor que os que tem no Brasil, com refil de refrigerante e pela primeira vez em muito tempo saí cheio do McDonalds (e com um leve peso na consciência e o estomago queimando). Viemos pra casa e fui lavar roupa. Lavei a minha roupa toda que tinha (só esqueci a bermuda, que era o mais importante) e lavei também os lençois e um cobertor que comprei na casa a venda…tudo cherando a roupa lavada e tudo amassado, vortei pra casa, e depois de enrolar um pouco, fui estudar, por mais ou menos uma hora, antes de ir no Payne Center, onde iríamos jogar um Racketball. Chegando lá, tava fechado, então voltei e fiquei ouvindo música e escrevendo no meu laptop minhas recordações de Hattiesburg e dormi no meu colchão inflável ainda…
O Danilo, professor de flauta, arranjou uma caminhonete pra carregar a muamba que nós comprássemos. Foram o Rafael, Dainer, Daniel e eu. Era pra saírmos umas sete e meia, mas acabamos saindo umas oito da manhã. Fomos primeiro numa Garage Sale que dizia ser de várias famílias juntas. Chegando lá, era organizada por uma igreja, provavelmente tudo coisa doada pra igreja. Tinha vários grupos de coisas, e foi la que eu comprei a cafeteira (que está funcionando, só falta agora o café) o Daniel comprou o PC e compramos a mesa bonita. O Rafael também comprou um sofá por $5, só porque as almofadas do encostos, que eram presas, tão meio soltas. Ainda vi um pedal de volume e 2 de distorção por $3 cada, além de um pedal legal por $10, mas falaram que faziam por $5, sem o cabo da tomada, mas acabou que eu achei exagero comprar uma coisa sem saber pra que (pensei em comprar pro Leandro, mas num sei se ele precisa em nem quando eu iria entregar). Depois dessa, fomos pra Estore Sale, que era dentro duma casa, onde tudo estava a venda. La comprei as canequinhas do Alasca, o colchão, cortina e lençois pro colchão full size. Logo que cheguei, vi o colchão na porta, grandão e já cresci os olhos! Então perguntei o preço e o velhinho falou que tava $75, mas se eu voltasse depois do meio-dia, ficava pela metade. Então, ele foi falar com a mulher dele e disse que fazia por $40. Gostei mas não fechei negócio. Então, pouco depois, ele tava falando com o Danilo e pergunntou de onde éramos, ele falou que éramos brasileiros e estudantes de música. Então, o senhor que tava organizando a venda disse que era professor aposentado de trompa da universidade! Ainda descobri que ele tocou contrabaixo (mais jazz) durante o colegial. Então, quando perguntei de novo sobre o colchão, ele falou que fazia por $30. Aí num tinha como, fechei negócio! Ainda compramos umas panelas, xícaras, uma poltrona, o Rafael comprou outro sofá por $20 (e agora num sabe o que fazer com o de $5), prateleiras/estantes, e mais algumas coisas…tivemos que fazer 2 viagens, porque num cabia na F150, que é absurdamente grande…entre uma viagem e outra, ainda fomos pegar o sofá que ganhamos do professor de clarinete, um sofá muito bem cuidado, com 2 anos de uso e que custou pra ele $400, e nada pra gente! Em troca, tivemos que descer 3 andares carregando o sofá e uma mobília pro escritório dele…tendo o sofá novo, levamos o velho,, que tinnhamos trazido do lixo pra casa dos outros brasileiros novos na cidade e que tavam precisando duma cama pra Mariana, uma paraibana-argentina que chegou e vai se mudar daqui a 2 semanas e está la esperando sua nova casa. Detalhe que quando deixamos o sofá na casa deles, a porta tava aberta e num tinha ninguém!
Depois disso, ficamos em casa, eu tava morrendo de fome mas ainda enrolamos pra decidir se faziamos almoço ou comíamos um fast-food. Eu num tava com saco e tava afim duma cóquínha, então decidi ir no McDonalds e os outros também. Fui lá e pedi um Angus pra mim, que é até bom, bem melhor que os que tem no Brasil, com refil de refrigerante e pela primeira vez em muito tempo saí cheio do McDonalds (e com um leve peso na consciência e o estomago queimando). Viemos pra casa e fui lavar roupa. Lavei a minha roupa toda que tinha (só esqueci a bermuda, que era o mais importante) e lavei também os lençois e um cobertor que comprei na casa a venda…tudo cherando a roupa lavada e tudo amassado, vortei pra casa, e depois de enrolar um pouco, fui estudar, por mais ou menos uma hora, antes de ir no Payne Center, onde iríamos jogar um Racketball. Chegando lá, tava fechado, então voltei e fiquei ouvindo música e escrevendo no meu laptop minhas recordações de Hattiesburg e dormi no meu colchão inflável ainda…
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12.8.09
Segundo dia
Reunião na BSU para alunos estrangeiros. Conheci o Samuel do contrabaixo, além de alguns estrangeiros: Rodolfo (violinista do Paraguai), um cara da Mongólia, uma chinesa de matemática, um outro carinha que parece ser venezuelano. Depois apareceu mais um brasileiro, Rafael, que veio fazer mestrado Administração Esportiva (ou algo parecido) e que tava perdidão, sem conhecer nenhum brasileiro. A reunião foi até as 3 e meia da tarde, depois disso fui pro prédio da música, estudei um pouco e depois, a noite, de pois dumas voltas que dei pela faculdade, fui tentar comprar um cartão telefônico, passei nos 2 postos de gasolina mas num achei nenhum que me parecesse internacional. Voltei pra casa do Jean, no Pine Heaven e, quase meia-noite, o Jean levou eu e o Rafael no Wal-Mart, pra comprar comida e colchões infláveis pra dormirmos. Então agora eu dormi no sofa-cama e o Rafael ficou no colchão inflável, na cozinha.
11.8.09
Chegando nos EUA
Entrei nos EUA. Dallas, quase perco a conexão, mas foram bem gente fina comigo! No aeroporto peguei o trenzinho pro embarque seguinte. Fui de Dallas pra New Orleans na janelinha. Chegando em New Orleans, Marcos ja estava me esperando, o case do contrabaixo tava lá mas as malas num tinham chegado, que depois descobri que elas estavam vindo no vôo seguinte, 3 horas depois, então ele me levou pra almoçar no supermercado, um sanduiche à lá Subway (que por um acaso tem um em frente a escola de música). Enrolamos e voltamos pra pegar as malas, a menor tinha sido aberta pela Alfândega e detonaram o ziper dela…aí fomos pra Hattiesburg, 2 horinhas de viagem e raios e chuva pelo caminho pra me recepcionar bem! Chegando na cidade, fomos pra casa dele, conheci a família dele, a Eleonara e a Micaela. Depois dali fui deixar o baixo no meu locker no PAC e depois fui na casa do Jean, onde acabei ficando por 2 dias, enquanto num achava apartamento pra ficar. Além d’eu, ficou também por lá o Ismael, do trompete Fui com o Jean comprar umas coisas pra sobreviver, como pão, leite, queijo, café (que num era café, mas beleza) e congelados bem ruinzinhos…voltamos e então dormi entre a sala e a cozinha, nas almofadas do sofá que o Ismael tava dormindo.
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10.8.09
A viagem
É chegada a hora, hoje é o dia. Durante o dia, fiquei arrumando as coisas pra viagem, só me preparando. Lá prumas 4 horas nos mobilizamos pra sair, fui eu e o Adriano no Classe A, com o case do baixo e a galera da frente, pra chegar antes de mim (?!?). Chegando lá, encontrei a Brenda, que para confirmar o que ela tinha dito, que seria a última a me ver. Na verdade foi a última pessoa conhecida que vi, porque antes de embarcar no meu avião, ainda vi ela na fila pro vôo dela. A Ester e a mãe dela apareceram lá também e o Leandro deu uma ligadinha de despedida…
Antes disso fomos despachar as malas. Já ia conseguir despachar o baixo sem pagar nada, mas como tinha 2 malas, acabei pagando, mas uma taxa menor que o normal. Despachei, fomos ainda no McDonalds me despedir do fast-food brasileiro e tomei meu último café de verdade na Casa do Pão de Queijo. Então me despedi de todos, fotos, muitas emoções e me fui la pra dentro. Cheguei todo esbaforido achando que tava atrasado mas num tinha nem começado o embarque. Esperei um tempão, e então pude entrar. Tinha tvzinha, com filme, jogo e tudo mais. Num fazia idéia que era assim. Ai tinha uma tia do meu lado que tava meio inquieta, aí desembestou a falar e depois, no meio do vôo aproveitou a cadeira vazia e se esparramou toda pela cadeira, meio sem noção. O vôo foi tranquilo, mas obviamente num dormi quase nada. Assisti Star Trek, uma parte em inglês, ai num tava entendendo nada, pus em portugûes dublado e comecei a entender. Ainda assisti umas séries, uns Simpsons e joguei um mini-golf…Nessas já era dia 11, mas num sabia direito que horas eram, então considerei que até chegar lá, era o mesmo dia…
Antes disso fomos despachar as malas. Já ia conseguir despachar o baixo sem pagar nada, mas como tinha 2 malas, acabei pagando, mas uma taxa menor que o normal. Despachei, fomos ainda no McDonalds me despedir do fast-food brasileiro e tomei meu último café de verdade na Casa do Pão de Queijo. Então me despedi de todos, fotos, muitas emoções e me fui la pra dentro. Cheguei todo esbaforido achando que tava atrasado mas num tinha nem começado o embarque. Esperei um tempão, e então pude entrar. Tinha tvzinha, com filme, jogo e tudo mais. Num fazia idéia que era assim. Ai tinha uma tia do meu lado que tava meio inquieta, aí desembestou a falar e depois, no meio do vôo aproveitou a cadeira vazia e se esparramou toda pela cadeira, meio sem noção. O vôo foi tranquilo, mas obviamente num dormi quase nada. Assisti Star Trek, uma parte em inglês, ai num tava entendendo nada, pus em portugûes dublado e comecei a entender. Ainda assisti umas séries, uns Simpsons e joguei um mini-golf…Nessas já era dia 11, mas num sabia direito que horas eram, então considerei que até chegar lá, era o mesmo dia…
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